A implantação da safra 2026/27 de soja alcançou apenas 0,5% da área brasileira até 18 de setembro, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O percentual está abaixo da média dos últimos cinco anos para o período, de 0,9%.
O calendário foi antecipado em alguns Estados, como Goiás e Rio Grande do Sul, e a semeadura começou em regiões produtoras como Paraná e Mato Grosso. Mesmo assim, a Conab avalia que o ritmo dos trabalhos ainda está abaixo da série histórica.
Cotações no mercado brasileiro
Na terça-feira (22/9), o indicador Cepea/Esalq para a soja no porto de Paranaguá registrou R$ 161,93, com alta diária de 0,25%. No acumulado de setembro, a valorização chegou a 1,56%.
A consultoria AgRural identificou aumento nos preços em 19 das 38 regiões monitoradas. Dez praças ficaram estáveis e nove tiveram queda. Uberlândia (MG) e Uberaba (MG) registraram as maiores altas, de R$ 2. As maiores baixas, de -R$ 1, ocorreram em São Gabriel do Oeste (MS), São Luís (MA) e Palmas (TO).
A saca de 60 quilos foi negociada a R$ 157 em Ponta Grossa (PR), R$ 153 em Passo Fundo (RS), R$ 141 em Sorriso (MT), R$ 147 em Dourados (MS), R$ 151 em Rio Verde (GO), R$ 155 em Uberaba (MG), R$ 146 em Luís Eduardo Magalhães (BA) e R$ 145 em Balsas (MA), conforme a AgRural.
Queda em Chicago
Na bolsa de Chicago, os contratos para novembro recuaram 0,19% e fecharam a US$ 13,2550 o bushel. O mercado aguarda informações sobre as conversas entre os presidentes dos Estados Unidos e da China, Donald Trump e Xi Jinping, com expectativa de anúncios que facilitem o comércio entre os países, especialmente o de soja.








