MATO GROSSO — Otaviano Pivetta lidera a disputa pelo governo de Mato Grosso com 42,4% das intenções de voto, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas. Wellington Fagundes aparece em segundo, com 29,6%, diferença de 12,8 pontos percentuais.
O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 17 de setembro, com 1.352 eleitores de 50 municípios do estado. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o grau de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-09335/2026.
No cenário estimulado, Doutora Natasha tem 13,5%, seguida por Sargento Laudicério, com 0,8%. Mauricio Coelho e Rafaell Milas aparecem com 0,4% cada. Brancos e nulos somam 7,1%, enquanto 5,8% não souberam ou não opinaram.
Pivetta avançou de 39% em agosto para 40,8% no levantamento anterior de setembro e 42,4% na pesquisa mais recente. Fagundes, por sua vez, passou de 35% para 30% e depois para 29,6%. Doutora Natasha subiu de 8,7% para 12% e, agora, 13,5%.
Confronto direto e rejeição
Na simulação apenas com Pivetta e Fagundes, o governador registra 49,1%, contra 37,4% do adversário. Brancos, nulos ou votos em nenhum dos dois somam 7,7%, e 5,8% não souberam responder.
Na pesquisa espontânea, Pivetta tem 27%, Fagundes aparece com 14% e Doutora Natasha, com 5,9%. Nesse formato, 47,6% não sabem em quem votar ou não responderam.
Fagundes concentra a maior rejeição, com 26,8%, seguido por Doutora Natasha, com 23,3%, e Pivetta, com 19,6%. Sargento Laudicério registra 14,2%; Mauricio Coelho, 9,6%; e Rafaell Milas, 9,5%. Cada eleitor podia indicar mais de um candidato.
Senado e avaliação do governo
Na disputa pelas duas vagas ao Senado, Mauro Mendes lidera com 52,3%. Janaina Riva tem 32,4%, Zé Medeiros, 23,1%, Carlos Fávaro, 18,9%, e Pedro Taques, 15,9%. Galvan registra 3,6%; Coronel Darwin, 3,2%; Professor Nelson Ferreira, 2%; Margareth Buzetti, 1,5%; e Beny Godoy, 0,2%.
A administração de Pivetta é aprovada por 71,7% dos entrevistados e desaprovada por 22,6%. Outros 5,7% não souberam ou não opinaram. Na avaliação detalhada, 16,9% consideram o governo ótimo e 37,9%, bom. A gestão é vista como regular por 26,7%, ruim por 7,4% e péssima por 7,9%.








