Um ciclone extratropical deve se formar entre o nordeste do Rio Grande do Sul e o Oceano Atlântico durante a noite desta sexta-feira (11/9). O sistema deve reforçar as tempestades em áreas do Sul do país, com possibilidade de granizo, rajadas intensas de vento e microexplosões em partes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou alerta vermelho para a região.
No Rio Grande do Sul, a chuva forte deve atingir principalmente a faixa centro-norte. No sul e no sudoeste do estado, o tempo tende a ficar mais estável, embora ainda possa chover de forma isolada.
São Paulo, o sul de Minas Gerais e o Rio de Janeiro terão instabilidade, com chuva durante o dia e aumento das pancadas em algumas áreas. Também existe possibilidade de chuva isolada no sul do Espírito Santo e em trechos do centro de Minas Gerais. No norte e no oeste mineiro, a previsão é de tempo mais seco e baixa umidade. As temperaturas ficam entre 16°C em São Paulo e 32°C em Belo Horizonte.
Chuva forte em Mato Grosso do Sul
A maior concentração de instabilidade está prevista para Mato Grosso do Sul, sobretudo no sul e no sudeste. Nessas áreas, são esperadas chuva e trovoadas, com aviso laranja para tempestades. As pancadas podem avançar para o sul de Goiás e pontos do sul e do sudoeste de Mato Grosso. Já o centro e o norte de Goiás, o Distrito Federal e o leste de Mato Grosso permanecem mais secos, sob alerta para baixa umidade.
No litoral, a nebulosidade aumenta e pode chover de forma isolada, principalmente na Bahia, em Sergipe e no oeste do Maranhão. No interior, o predomínio é de tempo seco, poucas nuvens e temperaturas altas. Os termômetros podem marcar 39°C em Teresina, 33°C em São Luís e 32°C em Fortaleza.
No Amazonas, as principais instabilidades ficam no centro-oeste, no noroeste e no norte do estado, com pancadas e trovoadas. Há chance de chuva isolada no oeste do Pará, no litoral do Amapá, no oeste e no sul de Roraima e em Rondônia. Acre e Tocantins terão tempo mais firme, enquanto o sudeste do Pará e o território tocantinense permanecem sob alerta para baixa umidade.








