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Produção florestal brasileira chega a R$ 47,9 bilhões em 2025

Silvicultura respondeu por 85,6% do valor, enquanto área de florestas plantadas cresceu 4,8% no ano.

Produção florestal brasileira chega a R$ 47,9 bilhões em 2025

A produção florestal brasileira alcançou R$ 47,9 bilhões em 2025, a preços correntes, segundo a pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS 2025), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou 6,7% acima do ano anterior. O levantamento reúne dados de 4.889 municípios.

A silvicultura respondeu por R$ 41,030 bilhões, avanço de 8,5% ante 2024 e participação de 85,6% no total. Já a extração vegetal somou R$ 6,899 bilhões, queda de 3,1% na comparação com 2024, representando 14,4% da produção florestal.

A área total de florestas plantadas chegou a 10,381 milhões de hectares, alta de 4,8% em relação ao ano anterior. O eucalipto ocupou 8,156 milhões de hectares, crescimento de 6,1% ante 2024 e participação de 78,6% da área plantada. O pinus alcançou 1,860 milhão de hectares, avanço de 0,1%, enquanto outras espécies somaram 365,029 mil hectares, alta de 0,2%.

Os produtos madeireiros representaram 98,1% do valor da produção florestal em 2025. O conjunto de itens originados de áreas plantadas para fins comerciais teve crescimento de 8,4% no valor, enquanto os produtos provenientes da extração vegetal recuaram 9,6%.

Entre os produtos madeireiros da silvicultura, aumentaram os valores de madeira para papel e celulose, com alta de 16,3%; carvão vegetal, com 4,6%; e lenha, com 12,4%. A madeira em tora para outras finalidades caiu 3,1%.

A produção extrativista de produtos não madeireiros, ligada a povos e comunidades tradicionais, cresceu 9,6% e alcançou R$ 2,6 bilhões. Sul e Sudeste concentraram 64,9% do valor nacional da produção florestal e 73,3% do segmento de florestas plantadas.

Minas Gerais liderou o valor da produção da silvicultura, com R$ 9,2 bilhões, equivalentes a 22,5% do total. O estado também respondeu por 84,6% do volume nacional de carvão vegetal. Entre os municípios, Três Lagoas (MS) ficou na primeira posição, com R$ 1,8 bilhão e alta de 216,3% ante o ano anterior.

Produtos incluídos na pesquisa

A PEVS 2025 deixou de divulgar produtos que perderam importância econômica, como ipecacuanha, caucho, hevea látex líquido, barbatimão, balata, sorva, maçaranduba e oiticica.

Por outro lado, baru, buriti, cajá, cupuaçu, juçara, macaúba, pupunha e tucum passaram a integrar o grupo de alimentícios. Andiroba e murumuru foram incorporados ao grupo dos oleaginosos. Na silvicultura, teca, acácia negra, mogno africano e cedro australiano passaram a ser apresentados separadamente.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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