Osasco, Terça-feira, 22 de setembro de 2026
Osasco 20°C 16° / 25° Mega-Sena 3060: 6 · 15 · 23 · 36 · 37 · 38
A economia que move o interior
Agro

Plataforma conecta pessoas para vender, trocar e doar frutas e hortaliças

Criado por uma empresária do Distrito Federal, o Quintal já reúne usuários em cidades brasileiras para movimentar alimentos antes do desperdício.

Plataforma conecta pessoas para vender, trocar e doar frutas e hortaliças
Foto: Divulgação

A plataforma Quintal reúne pessoas interessadas em vender, trocar ou doar frutas, hortaliças e outros alimentos para moradores da mesma região. Criada em agosto pela empresária e influencer Gabriella Martins de Carvalho, do Distrito Federal, a ferramenta ganhou o apelido de “Tinder das frutas” depois de um vídeo alcançar mais de 11 milhões de visualizações.

A ideia surgiu de uma experiência pessoal da criadora. Desde a infância, Gabriella convivia com frutas em abundância e nem sempre encontrava quem pudesse consumi-las. Anos depois, ao mudar de residência, encontrou uma árvore de fruta-pão carregada no novo quintal. A situação levou à percepção de que o excesso de produção poderia ocorrer em diferentes locais, enquanto outras pessoas tinham interesse em receber os alimentos.

Como a plataforma funciona

O cadastro é gratuito. Depois de entrar, o usuário pode procurar alimentos específicos, encontrar pessoas próximas e conversar diretamente para combinar uma venda, troca ou doação. A plataforma também tem um mapa colaborativo para registrar árvores frutíferas e ervas, inclusive em espaços públicos. Os participantes podem informar quando uma árvore está produzindo.

Na área chamada “Meus Cultivos”, é possível registrar os alimentos da propriedade. Quando uma safra começa, o usuário ativa a disponibilidade da colheita. A ferramenta também pode ser usada por quem não tem quintal, como moradores de apartamentos interessados em receber doações ou comprar de alguém próximo.

Em poucas semanas, o Quintal chegou a 21 mil contas registradas em 275 cidades do Brasil e contabilizou 14,5 mil negociações iniciadas. Com a adesão, Gabriella trabalha na criação de um aplicativo.

“Quero fazer o alimento circular antes que vire desperdício”, afirma a empresária. Segundo ela, usuários relatam perdas recorrentes de frutas, árvores carregadas em sítios e interesse em levar a proposta para seus bairros. A plataforma foi criada para aproximar quem tem alimentos disponíveis de quem deseja recebê-los.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5