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Haddad afirma que Vorcaro seria solto se Flávio Bolsonaro chegasse à Presidência

Candidato ao governo de São Paulo também relacionou o Banco Master a campanhas de 2022 e defendeu a atuação da PF no caso.

Haddad afirma que Vorcaro seria solto se Flávio Bolsonaro chegasse à Presidência

Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de São Paulo e ex-ministro da Fazenda, afirmou nesta terça-feira (8) que Daniel Vorcaro deixaria a prisão caso o senador Flávio Bolsonaro (PL) fosse eleito presidente.

A declaração foi feita durante uma sabatina na rádio Nova Brasil FM. Haddad disse que Flávio Bolsonaro e Vorcaro poderiam negociar o destino de R$ 40 bilhões mantidos fora do Brasil, em fundos que, segundo ele, seriam administrados por laranjas ligados ao ex-controlador do Banco Master.

Vorcaro está preso preventivamente no Complexo da Papudinha, em Brasília, desde março deste ano. Ele havia sido detido pela primeira vez em novembro de 2025, durante uma operação da Polícia Federal que investiga o Banco Master.

Banco Master e campanhas

Na sabatina, Haddad afirmou que o banco se tornou o que é hoje durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central. Campos Neto foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Haddad, a instituição foi liquidada durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

O candidato também declarou que o Banco Master financiou as campanhas de Jair Bolsonaro e de Tarcísio de Freitas em 2022, mas não contribuiu para as campanhas dele nem de Lula. “O Banco Master financiou a campanha do Jair Bolsonaro e do Tarcísio de Freitas em 2022”, disse.

Haddad atribuiu ao governo Lula a liquidação do banco e à Polícia Federal a prisão de Vorcaro. Na avaliação apresentada por ele, uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro mudaria a situação do empresário.

O ex-ministro ainda defendeu Lula ao afirmar que o presidente mantém vínculos institucionais com lideranças públicas, mas não interfere para proteger aliados ou familiares. Haddad citou como exemplo a atuação da Polícia Federal e do Ministério Público e criticou a troca de ministro da Justiça que, segundo ele, teria ocorrido durante o governo Jair Bolsonaro para proteger Flávio.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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