Osasco, Terça-feira, 22 de setembro de 2026
Osasco 20°C 16° / 25° Mega-Sena 3060: 6 · 15 · 23 · 36 · 37 · 38
A economia que move o interior
Política

Críticas internas expõem dificuldades na pré-campanha de Flávio Bolsonaro

Aliados apontam centralização, falhas de comunicação e influência do núcleo que atua nos Estados Unidos sobre a candidatura.

Fogo amigo e uma crise atrás da outra desgastam pré-campanha de Flávio Bolsonaro
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

A pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) enfrenta resistência entre aliados e críticas à condução do senador Rogério Marinho (PL-RN), responsável pela articulação da candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A insatisfação se concentra na falta de integração entre os grupos envolvidos no projeto. Aliados e integrantes da campanha apontam excesso de centralização nas decisões e dificuldade para acomodar lideranças políticas e partidárias. Na avaliação desses grupos, o cenário tem alimentado disputas internas e prejudicado a organização da pré-candidatura.

Também há críticas à estratégia de comunicação. Relatos internos indicam dificuldades para criar fatos políticos, produzir conteúdo, conquistar espaço na imprensa e influenciar o debate público. Parte dos apoiadores avalia que a presença política de Flávio Bolsonaro continua dependente principalmente das redes sociais e da mobilização espontânea da militância, em vez de uma estrutura profissional de comunicação.

Influência externa

As queixas atingem ainda o chamado comitê dos Estados Unidos. Integrantes afirmam que decisões estratégicas estariam sendo influenciadas ou definidas pelo núcleo que atua no país, com a participação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL).

Segundo esses interlocutores, a dinâmica provoca ruídos na comunicação interna, retarda as decisões e reduz o protagonismo da equipe encarregada do dia a dia da campanha.

A tensão aumentou após a divulgação de um vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o anúncio de tarifas comerciais pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em um documento, Flávio Bolsonaro não pediu o cancelamento das tarifas estudadas pelo governo norte-americano. O senador solicitou apenas que uma eventual implementação fosse adiada para depois das eleições presidenciais brasileiras de 2026.

Integrantes do governo federal avaliam que a iniciativa favoreceu politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5