SÃO PAULO — A campanha do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que o ato do PT no vão do Masp, na Avenida Paulista, reuniu menos de 500 pessoas neste domingo (13). A manifestação teve a participação do presidente nacional do partido, Edinho Silva, do candidato petista ao governo paulista, Fernando Haddad, e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
A assessoria de Tarcísio relacionou o evento a uma pesquisa divulgada na sexta-feira, 11. O levantamento mostra o governador com 49% das intenções de voto em São Paulo, contra 29% de Haddad, e indica possibilidade de vitória no primeiro turno.
Mobilização nacional
Edinho Silva declarou que o PT contabilizou 1.120 atividades no País em apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. A mobilização, chamada de “Dia 13 com Lula”, foi convocada para ocorrer nas ruas durante a crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante o ato paulista, Edinho disse que a eleição definiria o país das próximas décadas e afirmou: “O Brasil não quer ser comandado por milícia”. O dirigente também declarou que o eleitorado teria de escolher o projeto de país a ser construído.
Na noite de domingo, Edinho participou de uma live com Lula e a militância petista. Durante a transmissão, criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem atribuiu o fim da política de valorização do salário mínimo e do programa Farmácia Popular.
O presidente do PT também acusou o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de atuar contra os interesses dos trabalhadores. Segundo Edinho, Flávio se mobilizou no Senado para impedir a votação do fim da jornada 6x1, proposta em uma PEC apresentada por Lula.
Edinho ainda afirmou que o país não deveria ser comandado por pessoas que não aceitaram o resultado eleitoral em 2022 e organizaram um golpe em janeiro de 2023. Na mesma declaração, mencionou uma tentativa de assassinato contra Lula, Alckmin e outras autoridades.








