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Influenciadora é condenada por injúria racial e desacato em Ribeirão Preto

Aline Bardy Dutra recebeu penas alternativas, deverá prestar serviços e fazer tratamento contra o alcoolismo; defesa anunciou recurso.

Influenciadora é condenada por injúria racial e desacato em Ribeirão Preto

A influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida como Esquerdogata, foi condenada por injúria racial e desacato após uma abordagem policial durante uma fiscalização de trânsito. O episódio ocorreu em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, em outubro de 2025.

A Justiça fixou 1 ano e 4 meses de prisão e seis dias-multa pela injúria racial. Pelo desacato, determinou mais quatro meses de detenção. As penas de prisão foram substituídas por prestação de serviços à comunidade e tratamento contra o alcoolismo.

Aline também deverá apresentar, a cada dois meses, documentos que comprovem o acompanhamento. Ela poderá recorrer em liberdade e afirmou que pretende contestar a decisão. “Eu obviamente vou recorrer mas eu acato a decisão da justiça. Eu confio nas instituições”, declarou a influenciadora.

Abordagem durante fiscalização

O processo começou com uma ocorrência registrada em 25 de outubro de 2025. De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo, Aline questionou os critérios adotados pelos policiais militares, filmou a ação com o celular e afirmou que os agentes abordavam apenas pessoas pretas.

A acusação atribuiu a ela a frase “Um preto f*dendo outro preto”. Ainda conforme o processo, a discussão continuou com outras ofensas dirigidas aos policiais. A influenciadora foi presa depois do episódio.

A investigação registrou que Aline apresentava sinais de embriaguez, situação que ela própria admitiu. Um laudo apontou que o álcool havia afetado seu comportamento no momento dos fatos, mas a conclusão não afastou a responsabilização pelos crimes reconhecidos na sentença.

A Justiça absolveu a influenciadora da acusação de resistência por falta de provas suficientes. Durante a investigação, Aline negou ter cometido injúria racial e disse que sua manifestação era uma crítica à abordagem feita por um policial negro contra outra pessoa, que ela considerava estar na mesma condição de classe.

A decisão ainda pode ser analisada pelas instâncias superiores caso a defesa formalize o recurso anunciado.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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