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Soja avança, enquanto milho recua e trigo ganha força em Chicago

Contratos de soja para novembro subiram 0,74%, a US$ 12,9775 o bushel, em meio a dificuldades na colheita americana.

Soja avança, enquanto milho recua e trigo ganha força em Chicago

O trigo fechou em alta de 0,58% na bolsa de Chicago nesta terça-feira, com os contratos para dezembro cotados a US$ 6,9275 o bushel. O movimento ocorreu em meio a negociações técnicas, depois de os futuros recuarem 2,06% na sessão anterior.

O milho teve direção oposta. Os contratos para dezembro caíram 0,19%, para US$ 5,22 o bushel, pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. O ritmo dos trabalhos acelerou na última semana, apesar do excesso de chuva em algumas áreas agrícolas.

Colheita de milho avança

O Departamento de Agricultura dos EUA informou que a colheita de milho alcançou 18% da área prevista para o ciclo 2026/27. No mesmo período do ano passado, o índice era de 17%.

Já a soja encerrou a sessão desta terça-feira (29/9) em alta de 0,74%, com os contratos para novembro a US$ 12,9775 o bushel. Relatos sobre excesso de umidade e possíveis dificuldades no campo influenciaram as negociações.

Segundo boletim da Terra Investimentos, as condições permanecem desfavoráveis ao desenvolvimento da safra americana de 2026/27. O oeste do Cinturão produtor de grãos dos Estados Unidos continua sob risco de enchentes, o que pode atrapalhar o avanço da colheita.

A consultoria informou que a maior atenção está voltada para Nebraska, Iowa, Kansas e áreas próximas. Em vários pontos, os solos estão saturados. “Depois disso, o padrão tende a ficar bem mais seco, permitindo retomada mais rápida da colheita”, destacou a Terra Investimentos.

Com as chuvas acima do esperado, a colheita de soja havia alcançado 17% da área prevista para 2026/27, abaixo dos 18% registrados no mesmo período do ano passado, conforme dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês).

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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