O governo do Rio Grande do Sul e a Edge, empresa controlada pela Compass, vão avaliar a viabilidade de um terminal de gás natural liquefeito (GNL) no Porto do Rio Grande. A companhia estima que o empreendimento possa movimentar até R$ 1 bilhão em investimentos no estado.
O entendimento prevê análises sobre infraestrutura, logística, suprimento e demanda. Também serão examinados os aspectos técnicos, regulatórios e econômicos necessários para definir se o projeto poderá ser implantado.
A proposta considera uma estrutura modular, com possibilidade de expansão conforme o consumo avance e novos clientes passem a integrar o mercado. A unidade também deverá operar em conjunto com o Terminal de Regaseificação de São Paulo (TRSP), localizado em Santos (SP). A integração criaria uma nova rota de abastecimento de gás natural para o Rio Grande do Sul.
Para Demétrio Magalhães, CEO da Edge, o projeto “amplia as alternativas de suprimento energético e fortalece a capacidade de acompanhar o crescimento da demanda de gás no Rio Grande do Sul”.
O governador Eduardo Leite (PSD) disse que a parceria pretende estabelecer condições permanentes para aumentar a competitividade gaúcha. Segundo ele, a iniciativa busca apoiar o desenvolvimento do estado “de maneira que possamos consolidar um desenvolvimento econômico cada vez mais inclusivo e sustentável”.









